calendar
Notícias

7 publicados hoje

  • Home
  • arrow
  • arrow
  • RZAT11 quer fazer nova emissão que pode chegar a R$ 121 milhões; Ifix opera em alta

RZAT11 quer fazer nova emissão que pode chegar a R$ 121 milhões; Ifix opera em alta

Mercado Financeiro 8 meses atrás
Visitar site arrow
RZAT11 quer fazer nova emissão que pode chegar a R$ 121 milhões; Ifix opera em alta

O investidor pode se preparar para mais uma emissão de cotas de fundos de investimento imobiliário (FIIs). O Riza Arctium Real Estate ([ativo=RZAT11]), um fundo imobiliário híbrido, aprovou uma nova emissão de cotas que pode chegar a R$ 121 milhões, sendo o valor mínimo de R$ 20 milhões, conforme documentos apresentados pela gestora da carteira, a Riza Asset.

Essa será a sétima emissão de cotas do fundo, que entrou em operação no final de 2020 e é destinado ao público em geral. O montante de R$ 121 milhões poderá sofrer um adicional a depender da demanda.

O RZAT11 encerrou março com o maior dividend yield (taxa de retorno com dividendos) entre os principais fundos imobiliários da Bolsa, de 1,38% no mês.

Leia também:

  • FII de “papel” deixa deflação e vacas magras nos dividendos para trás e paga maior rendimento de março

Em fato relevante enviado ao mercado, a Riza, no entanto, reforça que a oferta ainda não está registrada na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e que o objetivo é apenas informar que a emissão foi aprovada. Por essa razão, ainda não há um cronograma da oferta. O coordenador-líder dessa oferta será a Genial Investimentos.

A carteira do fundo atualmente é formada em sua maior parte por CRIs (certificados de recebíveis imobiliários), mas também possui cotas de fundos de investimento imobiliário.

O CRI é um instrumento usado por empresas do setor imobiliário para captar recursos no mercado. Esses papéis embutem um rendimento mensal prefixado e a correção monetária por um indicador, que normalmente é a taxa do CDI (certificado de depósito interbancário) ou o IPCA.

Leia também:

  • FIIs de “papel” caem até 18% após atraso no pagamento de uma série de CRIs

Ifix hoje

Na sessão desta quinta-feira (13), o Ifix – índice dos fundos imobiliários mais negociados na Bolsa, opera em alta de 0,28%, aos 2.772 pontos. Confira os demais destaques do dia.

Maiores altas desta quinta-feira (13):

Ticker Nome Setor Variação (%)
HGBS11 Hedge Brasil Shopping Shoppings 2,94
RCRB11 Rio Bravo Renda Corporativa Lajes Corporativas 1,82
CPTS11 Capitânia Securities Títulos e Val. Mob. 0,73
RELG11 REC Logística Logística 0,70
RBFF11 Rio Bravo Ifix FoF 0,69

Maiores baixas desta quinta-feira (13):

Nome Setor Variação (%)
IBCR11 CRI Integral Brei Títulos e Val. Mob. -4,76
VILG11 Vinci Logística Logística -1,07
HGRE11 CSHG Real Estate Lajes Corporativas -0,87
RZTR11 Riza Terrax Híbrido -0,69
DEVA11 Devant Títulos e Val. Mob. -0,64

Fonte: B3

Leia também:

  • Os 5 FIIs mais indicados para comprar em março; fundo que lidera ranking tem imóvel alugado para Americanas
  • Os 5 melhores FIIs para 2023: analistas sugerem apostar em fundo de “papel”, de shopping e de mais 3 setores

ESG em fundos imobiliários e reavaliação de ativos

Confira as últimas informações divulgadas por fundos imobiliários em fatos relevantes:

Sem dividendos para os cotistas do Brio

Notícia negativa para quem investe em fundos imobiliários de olho na recorrência dos dividendos.

A BRL Trust, administradora do Brio Real Estate III, comunicou em fato relevante que o fundo não irá distribuir resultados referentes ao mês de março de 2023.

Práticas ESG em fundos imobiliários

Um relatório de sustentabilidade elaborado pela XP Asset mostrou que a emissão de gases de efeito estufa (GEE) caiu pelo menos 50% entre 2021 e 2022 nas operações de três de seus fundos imobiliários: XP Log, XP Properties e XP Malls.

Indicadores de consumo de água e energia indicam aumento de um ano para o outro, devido ao processo de retomada de ocupação dos imóveis pós-pandemia.
É a primeira vez que tais dados são coletados e divulgados. Segundo a XP Asset, eles serão utilizados na criação de indicadores ambientais para monitoramento, ajudando na visualização de padrões de consumo, identificação de desvios e oportunidades de melhorias para eficiência energética e hídrica.

No ano passado, a gestora também criou um questionário de due diligence para cobrir temas ESG, como conformidade com os requisitos ambientais legais, contaminação do solo, acesso ao sistema de transporte, eficiência energética, energia renovável e gestão de resíduos. Além disso, novos contratos de locação passaram a incluir cláusulas relacionadas à adoção de melhores práticas pelos locatários quanto à responsabilidade ambiental.

Fundo da Vortx passa por reavaliação de ativos e patrimônio sobe

A gestora Vortx contratou a Compasso Arquitetura para fazer a reavaliação dos ativos que fazem parte do fundo de investimento imobiliário VX XII.

Essa reavaliação, contratada em outubro de 2022, segundo fato relevante, gerou um aumento do patrimônio líquido do fundo de 15,08%.

Mont Capital - Carteira Administrada

Dividendos hoje

Confira os FIIs que distribuem dividendos nesta segunda-feira (27):

Ticker Rendimento Retorno
BCRI11 R$ 0,86 1,11%
KNCR11 R$ 1,22 1,24%
KNHY11 R$ 1,30 1,32%
KNIP11 R$ 1,05 1,14%
KNSC11 R$ 1,05 1,21%
RBFF11 R$ 0,49 1,04%
RBHG11 R$ 1,05 1,27%
RBVA11 R$ 0,95 1,04%
RCRB11 R$ 0,74 0,69%
VCJR11 R$ 1,20 1,36%
VRTA11 R$ 0,95 1,11%

Fonte: StatusInvest

Leia também:

  • Quanto rendem R$ 10.000 em fundos imobiliários de diferentes segmentos? Veja simulação e como investir

Giro Imobiliário: temporada de prévias das construtoras

Cyrela registra alta de 17,7% nas vendas

E tem início a temporada de divulgação das prévias operacionais das construtoras que atuam no país referente ao primeiro trimestre de 2023.

A Cyrela (CYRE3) registrou vendas líquidas contratadas somaram R$ 1,545 bilhão no primeiro trimestre, uma elevação de 17,7% sobre a mesma etapa de 2022.

Das vendas líquidas realizadas no trimestre, R$ 130 milhões se refere à venda de estoque pronto (8%), R$ 936 milhões à venda de estoque em construção (61%) e R$ 479 milhões à venda de lançamentos (31%). Dessa forma, a Cyrela atingiu uma velocidade de vendas (VSO) de lançamentos de 36,2% no trimestre.

A Cyrela lançou 8 empreendimentos no trimestre totalizando um volume de R$ 1,345 bilhão, 30% superior ao realizado no 1T22 (R$ 1,038 bilhão) e 52% abaixo do 4T22 (R$ 2,821 bilhões). As permutas nos lançamentos foram R$ 86 milhões no 1T23 ante R$ 192 milhões no primeiro trmestre do ano passado e R$ 372 milhões no quarto trimestre de 2022.

MRV (MRVE3) também registra crescimento das vendas

As vendas líquidas da MRV (MRVE3) totalizaram um valor geral de vendas (VGV) de R$ 1,8 bilhão e 8.255 unidades vendidas no primeiro trimestre de 2023 (1T23), aumento de 21% em relação ao 4T22 e de 20% frente a 1T22.

A construtora registrou um aumento de 4,8% no ticket médio no comparativo com o 4T22, alcançando a marca de R$ 218 mil no 1T23.

A velocidade de vendas (VSO), por sua vez, atingiu 22% no 1T22, equivalente a um aumento de 5 pontos percentuais em relação ao 4T22.

Tenda (TEND3) e Mitre (MTRE3) com primeiro trimestre positivo

O primeiro trimestre se mostrou positivo para  a maior parte das construtoras com ações negociadas na B3.

A Tenda (TEND3) registrou vendas líquidas de e R$ 600,3 milhões no primeiro trimestre de 2023 (1T23), aumento de 3,8% em relação ao primeiro trimestre de 2022, com velocidade de vendas (VSO) Líquida de 24,8%.

O preço médio da venda bruta no trimestre foi de R$ 194,7 mil, aumento de 20,1% em relação ao 1T22, seguindo a estratégia de recomposição das margens da empresa.

Já as vendas líquidas da Mitre (MTRE3), uma das principais construtoras e incorporadoras brasileiras, com atuação nos segmentos de média e alta renda, totalizaram R$ 242,2 milhões, sendo 57,8% superiores ao 1T22. Em comparação ao 4T22, as vendas líquidas recuaram 24,2%.

Os distratos encerraram o 1T23 com redução de 34,8% frente ao trimestre anterior, “demonstrando níveis saudáveis e em linha com a média histórica, reiterando a qualidade e solidez das vendas e da carteira de recebíveis da Mitre”, diz comunicado.

Moura Dubeux (MDNE3) na contramão

A Moura Dubeux registrou queda de 30% nos lançamentos no primeiro trimestre na comparação anual, para R$ 248,5 milhões em valor geral de venda (VGV), com dois novos empreendimentos.

As vendas e adições líquidas da empresa caíram 18,7% neste primeiro trimestre em relação ao 1T22, para R$ 326,4 milhões. Já em relação ao trimestre anterior, houve aumento de 18,9%.

O índice de vendas sobre oferta (VSO) encerrou o primeiro trimestre em 17,3%, queda de 10,9 pontos percentuais em um ano. O VSO dos últimos 12 meses foi de 47,5%, queda de 16,4 pontos percentuais.

Os cancelamentos ocorreram em 10,9% das vendas no trimestre, alta de 4,6 pontos percentuais em relação ao ano anterior.

Mont Capital - Fale com um de nossos especialista

Relacionados