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Institucionais acham que ações brasileiras vão se valorizar, diz XP

Economia 35 segundos atrás
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Institucionais acham que ações brasileiras vão se valorizar, diz XP

Pesquisa realizada pela XP Investimentos mostra que 48% dos investidores institucionais estão dispostos a aumentar a exposição às ações brasileiras. É uma alta de 16 p.p. em relação ao último levantamento, realizado em novembro do ano passado. Eis a pesquisa (1 MB).

Outros 36% responderam que pretendem manter a exposição atual, enquanto 15% disseram que vão diminuir.

Os investidores institucionais são os grandes fundos de investimento, como empresas, bancos, hedge funds, fundos de pensão e seguradoras.

O levantamento indica também que os investidores estão mais otimistas em relação às ações brasileiras. A XP considera como “otimista” os investidores com expectativa acima de 6, em uma escala de 0 a 10.

A pesquisa mostrou que 82% dos entrevistadores marcaram acima de 6. É o maior patamar de otimismo desde que o início da série histórica, iniciada em junho de 2023.

Segundo a pesquisa, os investidores têm um sentimento mais otimista em relação a setores defensivos, como elétricas e saneamento (10%), financeiro (8%) e imobiliário (7%). Por outro lado, alimentos e bebidas, saúde e educação são os setores que os investidores indicaram pessimismo.

Em relação aos riscos de cauda, isto é, a possibilidade de ocorrência de eventos extremos e improváveis, risco fiscal doméstico continuou sendo visto como o principal fator de risco para os investidores (33%).

Mont Capital - Carteira Administrada

As políticas restritivas em mercados desenvolvidos também representam um risco de cauda para 18% dos entrevistados. Já a preocupação com a recessão dos Estados Unidos caiu de 25% para 15% em janeiro.

A pesquisa também indicou que a política fiscal controlada é o principal fator de influência para aumentar o apetite de risco pelas ações brasileiras.

O levantamento mostrou que o fator que mais impulsionaria o apetite de risco é o corte de juros nos Estados Unidos (24%) e a redução de riscos fiscais no Brasil (21%).

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