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Ifix fecha estável, mas FIIs de “papel” têm mais um dia de queda; demanda abaixo do mínimo atrapalha oferta de Fiagro

Mercado Financeiro 8 meses atrás
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Ifix fecha estável, mas FIIs de “papel” têm mais um dia de queda; demanda abaixo do mínimo atrapalha oferta de Fiagro

 

O índice que reúne os princiapis fundos imobilários com cotas negociadas em Bolsa, o Ifix, terminou a sessão desta quarta-feira (12) praticamente estável, aos 2769 pontos (-0,05%).  Os fundos de papel estão entre os destaques de queda. Já as principais altas foram mais diversificadas, atingindo FIIs híbridos, de lajes corporativas e shoppings.

A queda foi encabeçada pelo Riza Akin (RZAK11), fundo de papel que registrou uma desvalorização de 1,93%. Na sequência, aparece o Devant (DEVA11), que vem amargando quedas seguidas e encerrou a sessão com  uma desvalorização de 1,41%.

A carteira da Devant foi afetada no mês passado pela inadimplência em série de certificados de recebíveis imobiliários (CRI), o que tem prejudicado a sua rentabilidade e desempenho no IFIX.

Já na ponta ganhadora, o Kinea Renda Imobiliária (KNRI11) subiu 4,7%.

Maiores altas desta quarta-feira (12):

Ticker Nome Setor Variação (%)
KNRI11 Kinea Renda Imobiliária Hibrido 4,7
VTLT11 Votorantim Logística Logística 3
HGRE11 CSHG Real Estate Lajes corporativas 2,15
BCIA11 Bradesco Carteira Imobiliária Títulos e Val. Mob. 1,77
RZTR11 Riza Terrax Híbrido 1,58

Maiores baixas desta quarta-feira (12):

Ticker Nome Setor Variação (%)
RZAK11 Riza Akin Títulos e Val. Mob. -1,93
DEVA11 Devant Títulos e Val. Mob. -1,41
BPFF11 Brasil Plural Absoluto Títulos e Val. Mob. -1,19
GGRC11 GGR Covepi Renda Logística -0,96
BTRA11 BTG Pactual Terras Agrícolas Agro -0,86

Fonte: B3

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Confira as últimas informações divulgadas por fundos imobiliários em fatos relevantes:

Baixa demanda

A Bloxs, fintech da área de investimentos, comunicou a alteração nos procedimentos da oferta do “Bloxs Amazon Green Legacy Fiagro – Imobiliário”. O fundo irá aplicar os recursos em ativos do agronegócio na Amazônia com foco em geração e venda de crédito de carbono.

A mudança foi necessária uma vez que os pedidos de reserva não atingiram o mínimo de R$ 20 milhões estipulado em prospecto – a meta era captar até R$ 160 milhões.

Como o valor mínimo não foi atingido até a última quinta-feira (6), não foi feita a liquidação dos pedidos de reserva e, consequente, integralização das cotas. De acordo com o comunicado, as cotas da primeira emissão serão “subscritas pelos investidores e integralizadas conforme chamadas de capital a serem realizadas pelo administrador, conforme orientação do gestor”.

Com essa modificação, a Bloxs informou ainda que os pedidos de oferta já realizadas serão cancelados. Dessa forma, os investidores que mantiverem o interesse na oferta terão que fazer a subscrição junto às instituições participantes.

A oferta desse Fiagro tem como coordenador-líder a NuInvest, braço de investimento do Nubank, e a gestão é da Bloxs. Já a implementação dos projetos de investimento, como validação dos créditos de carbono e comercialização, ficará sobre responsabilidade da Moss, especializada em soluções ambientais.

Os Fiagros foram criados em 2021 e há mais de 70 listados, segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Dois fundos fazem amortização de cotas

O Loft I Fundo de Investimento Imobiliário e o Loft III Fundo de Investimento Imobiliário divulgaram fatos relevantes para comunicar a amortização de cotas das carteiras.

No caso do Loft I, será feita a amortização das cotas da “classe C”, com data base em 11 de abril. São 1.962.500 cotas a R$0,4376 cada, totalizando uma amortização total de R$ 858,8 mil. Os valores serão depositados aos cotistas na quinta-feira (14).

Mont Capital - Carteira Administrada

Já no caso do Loft III, são 855 mil cotas a o valor de R$ 2,822 cada, totalizando R$ 2,4 milhões. A data base e a data de pagamento são as mesmas do Loft I.

As duas carteiras são de gestão da Apex e administradas pela MAF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários.

Reavaliação de ativos eleva patrimônio do FII Harmonia em 3,26%

O FII Harmonia, que tem a Vortx como administradora, comunicou em fato relevante que foi feita uma reavaliação dos ativos da carteira pelas empresas UHY Bendoraytes e a Sergio Abud Engenharia.

Esses ativos foram remarcados pelo método de equivalência patrimonial, o que resultou em uma variação mensal positiva de 3,26% no patrimônio líquido do fundo.

 

Dividendos hoje

Confira os FIIs que distribuem dividendos nesta quarta-feira (12):

Ticker Rendimento Retorno
HABT11 R$ 1,25 1,44%

Fonte: StatusInvest

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Giro Imobiliário: “inflação do aluguel” e alta nos juros do financiamento imobiliário

Caixa Econômica Federal eleva taxa de juros para a compra de imóveis

A Caixa Econômica Federal, líder na concessão de financiamentos para a compra da casa própria, confirmou  que aumentou a taxa de juros da sua linha crédito imobiliário com recursos originados na caderneta de poupança. A elevação foi de 0,5 ponto porcentual e está valendo para os novos contratos desde 3 de abril. Com isso, o banco estatal está oferecendo taxas que partem de 8,99% ao ano, mais Taxa Referencial (TR), e vão até 9,99%, mais TR.

“Com relação ao crédito imobiliário, a Caixa informa que as taxas de juros são definidas em função de fatores mercadológicos e conjunturais, dentro das regras prudenciais do banco”, descreveu, em nota, a instituição fiannceira.

A Caixa foi o último dos grandes bancos a elevar taxas no financiamento imobiliário, mas já havia sinalizado que enveredaria por este caminho para continuar financiando o setor.

Em março, Santander (SANB11) subiu as taxas de juros para a partir de 10,49% ao ano mais a taxa referencial (TR). Em fevereiro, o banco já havia subido a taxa do crédito imobiliário de 9,49% + TR para 9,99% a.a. + TR. Com esse novo aumento, o Santander se iguala ao Bradesco (BBDC4) e ao Itaú Unibanco (ITUB4), que também oferecem taxas de a partir de 10,49% ao ano + TR. Já o Banco do Brasil (BBAS3) oferece taxas a partir de 9,67% ao ano + TR.

IGP-M recua 0,90% na primeira prévia de abril

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) recuou 0,90% na primeira prévia de abril, após cair 0,20% na mesma leitura de março, informou nesta quarta-feira (12) a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

A desaceleração foi puxada pelo declínio do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M), de 1,40%, ante queda de 0,36% no mesmo período em março.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M), por outro lado, acelerou de 0,36% para 0,51% e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) subiu 0,30%, após cair 0,02% em março.

Direcional (DIRR3) fará recompra de ações

O Conselho de Administração da Direcional (DIRR3) aprovou o encerramento do programa de recompra de ações da companhia, anteriormente aprovado pelo Conselho de Administração em reunião realizada em 27 de dezembro de 2021 e a abertura de novo Programa de Recompra de Ações da companhia.

O plano de recompra tem por objetivo maximizar a geração de valor para o acionista por meio de uma administração eficiente da sua estrutura de capital.

A Companhia poderá adquirir até 10% das Ações em Circulação da companhia.

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