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Futuros de NY têm leve alta e Europa opera mista com recessão de volta ao radar; inflação ao produtor nos EUA, falas de Lula e mais

Mercado Financeiro 8 meses atrás
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Futuros de NY têm leve alta e Europa opera mista com recessão de volta ao radar; inflação ao produtor nos EUA, falas de Lula e mais

Os índices futuros dos Estados Unidos operam com leve alta, enquanto bolsas da Europa e Ásia operam sem direção definida nesta quinta-feira (13), depois que a ata da última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) sinalizou na véspera que os desenvolvimentos recentes no setor bancário provavelmente resultarão em recessão.

Os comentários do Federal Reserve apagaram os ganhos anteriores vistos em Wall Street após a divulgação do relatório do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos EUA, que mostrou desaceleração da inflação em março. O CPI subiu 0,1% em março na comparação com fevereiro e atingiu 5,0% no acumulado em 12 meses.

A inflação do mês ficou abaixo do estimado pelos analistas. O consenso Refinitiv apontava para alta de 0,2% em março na comparação com fevereiro. A projeção para 12 meses era de 5,2%.

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Na China, as exportações superaram as expectativas e marcaram um salto surpreendente em março, registrando um crescimento de 14,8%, após uma queda de 6,8% em fevereiro.

No Brasil, com a agenda de indicadores esvaziada, as atenções se voltam para participação de Roberto Campos Neto, presidente do BC, em eventos nos EUA, e para comitiva do presidente Lula na China. Lula discursou durante a cerimônia de posse da ex-presidente Dilma Rousseff no NBD (Novo Banco de Desenvolvimento) e também visitou a fábrica da gigante de tecnologia chinesa Huawei, em Xangai.

1.Bolsas Mundiais

Estados Unidos

Os índices futuros dos EUA sobem nesta manhã de quinta-feira, com investidores avaliando o risco de recessão após a ata da última reunião do Federal Reserve em março. O BC americano espera que a recente crise bancária cause uma recessão ainda este ano.

Os investidores aguardam pelos dados da inflação no atacado, com o relatório do índice de preços ao produtor do Bureau of Labor Statistics previsto para às 9h30 (horário de Brasília). Os pedidos semanais de seguro-desemprego também são previstos para hoje.

Veja o desempenho dos mercados futuros:

  • Dow Jones Futuro (EUA), +0,03%
  • S&P 500 Futuro (EUA), +0,10%
  • Nasdaq Futuro (EUA), +0,16% 

Ásia

Os mercados asiáticos fecharam sem direção definida, com temores de recessão renovados pela ata do Fomc divulgada na sessão passada.

Na frente econômica, as exportações da China superaram as expectativas e marcaram um salto surpreendente em março, registrando um crescimento de 14,8%, após uma queda de 6,8% em fevereiro. Isso interrompe uma seqüência de quedas de cinco meses, enquanto as importações também caíram menos do que o esperado em 1,4%.

Em termos de dólares americanos, a China teve um superávit comercial de US$ 88,19 bilhões, muito acima das expectativas de  superávit de US$ 39,2 bilhões.

  • Shanghai SE (China), -0,27%
  • Nikkei (Japão), +0,26%
  • Hang Seng Index (Hong Kong), +0,17%
  • Kospi (Coreia do Sul), +0,43% 
  • ASX 200 (Austrália), -0,27%

Europa

Os mercados de ações europeus operam mistos na sessão de hoje, com agentes do mercado digerindo dados de inflação dos EUA e ata do Fomc divulgados na quarta-feira. A visão é de que o Federal Reserve suba os juros em maio mesmo com risco de recessão leve, apontado na ata pela primeira vez.

O setor de bens de consumo lidera os ganhos com um salto de 2%, enquanto o setor de utilidade pública registra a maior queda com uma retração de 0,8%.

Ações da gigante do luxo LVMH atingiram um recorde histórico após fortes resultados no primeiro trimestre. A companhia registrou receita de 21 bilhões de euros (US$ 23,1 bilhões) no primeiro trimestre de 2023, um aumento de 17% em relação ao ano anterior.

  • FTSE 100 (Reino Unido), -0,09%
  • DAX (Alemanha), -0,08%
  • CAC 40 (França), +0,81%
  • FTSE MIB (Itália), -0,29% 
  • STOXX 600, +0,14% 

Commodities

Os preços do petróleo operam próximos da estabilidade, com traders cautelosos devido às preocupações persistentes com uma recessão nos Estados Unidos e uma demanda mais fraca pela commodity.

As cotações do minério de ferro na China, por sua vez, fecharam com forte baixa na sessão desta quinta. A China, maior produtor e consumidor mundial de aço, deve divulgar um plano que exige que as siderúrgicas domésticas, que contribuem com mais da metade da produção global, evitem que a produção deste ano exceda os níveis de 2022.

  • Petróleo WTI, +0,05%, a US$ 83,30 o barril
  • Petróleo Brent, +0,02%, a US$ 87,35 o barril
  • Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian teve baixa de 3,09%, a 769,00 iuanes, o equivalente a US$ 111,85 

Bitcoin

  • Bitcoin, +1,66% a US$ 30.370,94 (em relação à cotação de 24 horas atrás)

2. Agenda

A agenda desta quinta-feira (13) é marcada por dados de inflação ao produtor nos Estados Unidos referente ao mês de março. O consenso Refinitiv projeta estabilidade na comparação com fevereiro e alta de 3% na base anual.

Pedidos de seguro-desemprego semanal também são destaque da agenda americana, com consenso Refinitiv prevendo 232 mil solicitações no período.

Brasil

07h30: Roberto Campos Neto, presidente do BC, tem reunião com Presidentes de Bancos Centrais do G20, em Washington, D.C. (EUA). (fechado à imprensa)

7h30: Lula tem audiência com o Secretário-Geral do Partido Comunista em Xangai, Chen Jining

8h: Lula participa de jantar oferecido pelo Secretário-Geral do Partido Comunista em Xangai, Chen Jining

09h30: Campos Neto tem reunião de Ministros das Finanças e de Presidentes de Bancos Centrais do G20, em Washington, D.C. (fechado à imprensa)

Mont Capital - Carteira Administrada

10h30: Leilão de títulos do Tesouro Nacional

11h30: Está prevista a chegada de Lula a Pequim

12h30: Campos Neto se reúne com Greg Coffey, CIO, e Nuno Camara, Chefe de Economia e Estratégia, da Kirkoswald, em Washington D.C. (fechado à imprensa)

13h30: Campos Neto participa de reuniões do Fundo Monetário Internacional (FMI), em Washington D.C. (fechado à imprensa)

19h: Campos Neto participa do jantar de trabalho para Presidentes de Bancos Centrais, do Economic Consultative Committee (ECC), do Banco de Compensações Internacionais (BIS), promovido pelo Board of Governors do FED, em Washington D.C., (fechado à imprensa)

EUA

9h30: Pedidos de seguro-desemprego semanal; consenso Refinitiv prevê 232 mil solicitações no período

930: Exportações de grãos semanal

9h30: Índice Preços ao produtor de março; consenso Refinitiv projeta estabilidade na comparação com fevereiro e alta de 3% na base anual

3. Noticiário econômico

Fazenda nega criação de imposto para pequenas compras online

Pela segunda vez em menos de 24 horas, o Ministério da Fazenda negou notícias sobre um suposto fim de isenção de US$ 50 para compras do exterior pela internet. Em nota emitida no fim da tarde de quarta-feira (12), em Brasília, a pasta informou que a medida não está em estudo e que pretende apenas aumentar a fiscalização sobre lojas online que fracionam as compras e atuam de forma irregular.

O ministério informou que a isenção para envio de encomendas de até US$ 50 entre pessoas físicas, sem fins comerciais, continuará valendo. A Receita Federal, destacou o ministério, pretende combater empresas que usam brechas na fiscalização para enviar compras como se fossem pessoas físicas e escapar da tributação.

4. Noticiário político

Lula destaca viés social do Banco dos Brics e questiona dolarização entre os países membros

Na posse de Dilma Rousseff como presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB na sigla em inglês), em Xangai, na China, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não poupou críticas ao modelo tradicional de financiamento de instituições financeiras internacionais. O NDB, também conhecido como Banco do Brics (bloco econômico composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), não tem a participação do Fundo Monetário Internacional (FMI) ou instituições financeiras de países de fora do grupo. Fato destacado por Lula.

“Pela primeira vez um banco de desenvolvimento de alcance global é estabelecido sem a participação de países desenvolvidos em sua fase inicial. Livre, portanto, das amarras e condicionalidades impostas pelas instituições tradicionais às economias emergentes. E mais, com a possibilidade de financiamento de projetos em moeda local”.

5. Radar Corporativo

Hapvida (HAPV3)

A oferta subsequente de ações (follow-on) da empresa de saúde Hapvida movimentou R$ 1,059 bilhão, com a ação precificada em R$ 2,68.

Os recursos levantados na operação, que irão diretamente para o seu caixa, ajudarão a companhia a ajustar seu balanço, que está alavancado e sofrendo com o alto custo do serviço da dívida, que vem pesando por conta das altas taxas de juros no país.

B3 (B3SA3)

A B3 (B3SA3) apresentou uma queda de 20,5% na base anual do volume financeiro médio diário do segmento ações em março de 2023, indo a R$ 26,469 bilhões, segundo dados divulgados pela operadora da Bolsa brasileira.

Neste setor, a receita média por contrato (RPC) subiu 4,3% na base anual, para R$ 0,962, e a velocidade de giro caiu de 167,3% para 161,8%.

MRV (MRVE3)

As vendas líquidas da MRV (MRVE3) totalizaram um valor geral de vendas (VGV) de R$ 1,8 bilhão e 8.255 unidades vendidas (%MRV) no primeiro trimestre de 2023 (1T23), aumento de 21% em relação ao 4T22 e de 20% frente a 1T22.

A construtora registrou um aumento de 4,8% no ticket médio no comparativo com o 4T22, alcançando a marca de R$ 218 mil no 1T23.

Cyrela (CYRE3)

A Cyrela (CYRE3) comunicou nesta noite de quarta-feira (12) a prévia de seus resultados operacionais do 1º trimestre de 2023 (1T23), em comparação aos mesmos períodos de 2022 (1T22).

As vendas líquidas contratadas somaram R$ 1,545 bilhão no 1T23, uma elevação de 17,7% sobre a mesma etapa de 2022. 

(Com Estadão, Reuters e Agência Brasil)

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