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Demanda abaixo do mínimo faz gestora mudar oferta de Fiagro focado em crédito de carbono; Ifix abre estável

Mercado Financeiro 11 meses atrás
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Demanda abaixo do mínimo faz gestora mudar oferta de Fiagro focado em crédito de carbono; Ifix abre estável

A Bloxs, fintech da área de investimentos, comunicou a alteração nos procedimentos da oferta do “Bloxs Amazon Green Legacy Fiagro – Imobiliário”. O fundo irá aplicar os recursos em ativos do agronegócio na Amazônia com foco em geração e venda de crédito de carbono.

A mudança foi necessária uma vez que os pedidos de reserva não atingiram o mínimo de R$ 20 milhões estipulado em prospecto – a meta era captar até R$ 160 milhões.

Como o valor mínimo não foi atingido até a última quinta-feira (6), não foi feita a liquidação dos pedidos de reserva e, consequente, integralização das cotas. De acordo com o comunicado, as cotas da primeira emissão serão “subscritas pelos investidores e integralizadas conforme chamadas de capital a serem realizadas pelo administrador, conforme orientação do gestor”.

Com essa modificação, a Bloxs informou ainda que os pedidos de oferta já realizadas serão cancelados. Dessa forma, os investidores que mantiverem o interesse na oferta terão que fazer a subscrição junto às instituições participantes.

A oferta desse Fiagro tem como coordenador-líder a NuInvest, braço de investimento do Nubank, e a gestão é da Bloxs. Já a implementação dos projetos de investimento, como validação dos créditos de carbono e comercialização, ficará sobre responsabilidade da Moss, especializada em soluções ambientais.

Os Fiagros foram criados em 2021 e há mais de 70 listados, segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Ifix hoje

Na sessão desta quarta-feira (12), o Ifix – índice dos fundos imobiliários mais negociados na Bolsa – opera estável, com pequena variação positiva de 0,01%, aos 2.765 pontos. Confira os demais destaques do dia.

Maiores altas desta quarta-feira (12):

Ticker Nome Setor Variação (%)
RCRB11 Rio Bravo Renda Corporativa Lajes Corporativas 2,29
SNCI11 Suno Recebíveis Títulos e Val. Mob. 1,58
SADI11 Santander Papéis Imobiliários Títulos e Val. Mob. 1,58
BCIA11 Bradesco Carteira Imobiliária Títulos e Val. Mob. 0,89
SNFF11 Suno Recebíveis FoF 0,50

Maiores baixas desta quarta-feira (12):

Ticker Nome Setor Variação (%)
TEPP11 Tellus Properties Lajes Corporativas -1,66
RELG11 REC Logística Logística -1,21
BPFF11 Brasil Plural Absoluto Títulos e Val. Mob. -0,87
XPPR11 XP Properties Lajes Corporativas -0,64
HGRE11 CSHG Real Estate Lojaes Corporativas -0,55

Fonte: B3

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Confira as últimas informações divulgadas por fundos imobiliários em fatos relevantes:

Dois fundos fazem amortização de cotas

O Loft I Fundo de Investimento Imobiliário e o Loft III Fundo de Investimento Imobiliário divulgaram fatos relevantes para comunicar a amortização de cotas das carteiras.

No caso do Loft I, será feita a amortização das cotas da “classe C”, com data base em 11 de abril. São 1.962.500 cotas a R$0,4376 cada, totalizando uma amortização total de R$ 858,8 mil. Os valores serão depositados aos cotistas na quinta-feira (14).

Já no caso do Loft III, são 855 mil cotas a o valor de R$ 2,822 cada, totalizando R$ 2,4 milhões. A data base e a data de pagamento são as mesmas do Loft I.

As duas carteiras são de gestão da Apex e administradas pela MAF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários.

Reavaliação de ativos eleva patrimônio do FII Harmonia em 3,26%

O FII Harmonia, que tem a Vortx como administradora, comunicou em fato relevante que foi feita uma reavaliação dos ativos da carteira pelas empresas UHY Bendoraytes e a Sergio Abud Engenharia.

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Esses ativos foram remarcados pelo método de equivalência patrimonial, o que resultou em uma variação mensal positiva de 3,26% no patrimônio líquido do fundo.

 

Dividendos hoje

Confira os FIIs que distribuem dividendos nesta quarta-feira (12):

Ticker Rendimento Retorno
HABT11 R$ 1,25 1,44%

Fonte: StatusInvest

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Giro Imobiliário: “inflação do aluguel” e alta nos juros do financiamento imobiliário

Caixa Econômica Federal eleva taxa de juros para a compra de imóveis

A Caixa Econômica Federal, líder na concessão de financiamentos para a compra da casa própria, confirmou  que aumentou a taxa de juros da sua linha crédito imobiliário com recursos originados na caderneta de poupança. A elevação foi de 0,5 ponto porcentual e está valendo para os novos contratos desde 3 de abril. Com isso, o banco estatal está oferecendo taxas que partem de 8,99% ao ano, mais Taxa Referencial (TR), e vão até 9,99%, mais TR.

“Com relação ao crédito imobiliário, a Caixa informa que as taxas de juros são definidas em função de fatores mercadológicos e conjunturais, dentro das regras prudenciais do banco”, descreveu, em nota, a instituição fiannceira.

A Caixa foi o último dos grandes bancos a elevar taxas no financiamento imobiliário, mas já havia sinalizado que enveredaria por este caminho para continuar financiando o setor.

Em março, Santander (SANB11) subiu as taxas de juros para a partir de 10,49% ao ano mais a taxa referencial (TR). Em fevereiro, o banco já havia subido a taxa do crédito imobiliário de 9,49% + TR para 9,99% a.a. + TR. Com esse novo aumento, o Santander se iguala ao Bradesco (BBDC4) e ao Itaú Unibanco (ITUB4), que também oferecem taxas de a partir de 10,49% ao ano + TR. Já o Banco do Brasil (BBAS3) oferece taxas a partir de 9,67% ao ano + TR.

IGP-M recua 0,90% na primeira prévia de abril

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) recuou 0,90% na primeira prévia de abril, após cair 0,20% na mesma leitura de março, informou nesta quarta-feira (12) a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

A desaceleração foi puxada pelo declínio do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M), de 1,40%, ante queda de 0,36% no mesmo período em março.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M), por outro lado, acelerou de 0,36% para 0,51% e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) subiu 0,30%, após cair 0,02% em março.

Direcional (DIRR3) fará recompra de ações

O Conselho de Administração da Direcional (DIRR3) aprovou o encerramento do programa de recompra de ações da companhia, anteriormente aprovado pelo Conselho de Administração em reunião realizada em 27 de dezembro de 2021 e a abertura de novo Programa de Recompra de Ações da companhia.

O plano de recompra tem por objetivo maximizar a geração de valor para o acionista por meio de uma administração eficiente da sua estrutura de capital.

A Companhia poderá adquirir até 10% das Ações em Circulação da companhia.

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